// Programação

DIA 30nov - 19h30 - via www.facebook.com/DACFURG

BLOCO 1:

BOX 8 - O MERCADO DO CHORO
De Mario Costa. Videoclipe, 4’36”. Belém do Pará, 2020. 

NOVO BAILE
De Kaya Rodrigues. Videoclipe, 3’32”, Porto Alegre, 2020. 

O CÉU DA PANDEMIA
De Marina Kerber. 5’18”, Porto Alegre, 2020. 

 

BLOCO 2:

INSTINTO
De Jonatan Tavares. Videoarte, 3’18”, Porto Alegre, 2020. 

VISÃO EMBAÇADA
De Marina Kerber. 6’21”, Porto Alegre, 2020.

MANO RICK - POR QUE NÃO?
De Alexandre Mattos Meireles. Videoclipe, 4’09”. Pelotas, 2018.

figura.png
 

// Sobre os filmes

BOX 8 - O MERCADO DO CHORO

De Mario Costa. Videoclipe, 4’36”. Belém do Pará, 2020. 

Sinopse:

Revisitar lugares e pessoas através da música é o que move a canção “Box 8”, do grupo O Mercado do Choro, música composta por Carla Cabral e Tiago Amaral.

"Box 8" é uma canção que faz recordar uma roda de Choro realizada no Mercado Francisco Bolonha, em Belém do Pará.


Ficha Técnica:

Realização: Macieira Filmes: 

Direção e edição | Mário Costa

Direção de fotografia | Max Lima

Imagens | Mayco Sarraf

Assistência de edição | Gabriel Macieira

Maquiagem de Carla Cabral | Kamila Araújo

********************


NOVO BAILE

De Kaya Rodrigues. Videoclipe, 3’32”, Porto Alegre, 2020. 

Sinopse: 

Esse projeto traz um clipe que retrata o cotidiano em isolamento social. A ideia é o resgate da esperança nesse contexto de adversidade, mostrando que apesar dos tempos hostis ainda é possível dançar. Kaya Rodrigues em um feat com Thays Prado traz através da letra da canção uma homenagem aos artistas e boêmios que agora precisam se reinventar na pandemia. Novo Baile fala sobre um novo momento e as imagens são como o espiar da fechadura do dia a dia de alguns personagens.

 

Ficha Técnica:

Elenco: Graci Lianx, Juliano Barros, Lizete Ferreira, Martina Frolich, Thiago Pirajira e

Suzana Frolich

Direção e roteiro: Kaya Rodrigues

Co-direção e fotografia: Elizabeth Thiel

Montagem: Gabriel Faccini

Cor: Rafael Duarte

 

Elenco:

GraciLianx

Juliano Barros

Lizete Ferreira

Martina Frolich

Thiago Pirajira

Suzana Frolich

 

Composição e Voz: Kaya Rodrigues e Thays Prado

Violão: Olimpio Machado

Cavaquinho: Isaías Luz

Percussão: Dessa Ferreira e Gutcha Ramil

Flauta: Tomás Piccinini

Produção Musical: Olimpio Machado

Produção Executiva: Alice Castiel / Juba Cultural / Reina Produções

 

**********

O CÉU DA PANDEMIA 

De Marina Kerber. Curta, 5’18”, Porto Alegre, 2020. 

Sinopse:

Eu achei que era um sonho. Não tinha ninguém na rua e eu tava sozinha. Todos os dias são iguais, mas hoje é meu aniversário. 

 

Ficha Técnica:
Direção, produção, animação e edição: Marina Kerber

Elenco: Marina Kerber, Godofredo, Florencia Rupil, Daniela Horvath, Vanessa Rodrigues, Clarisse Diefenthäler, Giulia Palermo, Marina Rosa, Filipe Rossato, Martina Fröhlich, Manoela Wunderlich, Elissa Brito, Amanda Jansson, Thais Brito, Juba Bezerra, Anildo Böes, Paola Mazoca.

 

Exibições: 

- 13º Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul 2020

- 48º Festival de Cinema de Gramado 2020

- Fantaspoa at Home 2020

- Diálogo de Cinema 2020

- POA DOC 2020

- Festivau de C4nn3$ - A Marcha Audiovisual 2020

 

**********

INSTINTO. 

De Jonatan Tavares. Videoarte/videopoesia, 3’18”, Porto Alegre, 2020. 

3’18”, 2020

Sinopse:
A slammer e poetisa Agnes Mariá convida o espectador a conhecer um pouco de sua história de vida, ao mesmo tempo que percebe conexões entre as suas próprias dificuldades e o racismo, seja ele estrutural ou cotidiano. Assim, provoca o espectador a refletir e tomar ação.

Ficha Técnica:
"Instinto" é poesia escrita por Agnes Mariá com realização audiovisual de Jonatan Tavares.

 

**********

VISÃO EMBAÇADA
De Marina Kerber. 6’21”, Porto Alegre, 2020.

Sinopse:

As sequelas de uma conjuntivite adenoviral deixam a visão embaçada. Através de uma interpretação artística e estilizada de um exame oftalmológico, o filme revela sensações experimentadas pela paciente. O exagero nas formas amplifica a frustração sentida e, ao mesmo tempo, condiciona a tensão cotidiana. Diagnóstico: “o problema está na estrutura, nas feridas brancas sobre a pupila preta.”

Ficha Técnica:

Direção, roteiro, montagem, som, atuação e animação: Marina Kerber

Vozes: Filipe Rossato, Marina Kerber e Euronews.

 

Exibições: 

- 1º Festival Cinema Negro em Ação

 

Este filme foi realizado com apoio do FAC Digital.

Secretaria da Cultura do RS e Feevale Techpark

 

**********

MANO RICK - POR QUE NÃO?

De Alexandre Mattos Meireles. Videoclipe, 4’09”. Pelotas, 2018.

 

Sinopse: 

“Por que não?” propõe uma reflexão em torno de questões que habitam os pensamentos de grande parte dos jovens negros que residem nas periferias; estes, que desde cedo são ensinados a acreditar que seus objetivos e sonhos não serão reais, já que as possibilidades são mínimas. A letra da música questiona esses limites, trazendo a ideia de que podemos ultrapassa-los se reconhecermos nossa historia, pois assim, fortaleceremos nossa identidade, trazendo a possibilidade de reerguer os nossos impérios. A “Sexta Black” é um dos bailes da cena pelotense que muito representa este ato de empoderamento. Esta representatividade cativa muitos que hoje são parte do público fiel; devido a isso, este foi o evento escolhido para a gravação do material visual do trabalho de Mano Rick.


Ficha Técnica:

Roteiro e direção: Alexandre Mattos Meireles

Operador de câmera e montagem: Chico Maximila

Direção de fotografia: Alberto Alda e Chico Maximila

Finalização: Felipe Campal

Assistente de câmera: Felipe Yurgel

Assistente de direção: Barbara Cezano

Making Of: Bernardo Turela

mchoro2_edited_edited.jpg
novobaile1_edited.jpg
vis%C3%A3o_3_edited.jpg
C%C3%89U_01_edited.jpg
instinto3_edited.jpg
manorick5_edited.jpg
 

// Convidades

card-alexandre_edited.jpg

Alexandre Mattos Meireles


É natural de Pelotas, atua na direção e produção, é membro-fundador da Moviola Filmes, tendo produzido filmes e documentários com destaque para o documentário O Liberdade, e os curta metragens Marcovaldo e Futebol Sociedade Anônima e os videoclipes Por que Não e Além do Tecido - do Rapper Mano Rick. Atua na produção, direção e roteiro, produtor da III Edição Festival Manuel Padeiro de Cinema e Animação e criador do Partiu Guabiroba – Festival de Cinema da Periferia.

Jonatan Tavares

Jonatan Tavares é publicitário formado pela UFRGS. Já trabalhou com criação gráfica e também com fotografia analógica e digital. Sua trajetória no audiovisual começou em 2012, como produtor na UFRGS TV. Como videomaker, realizou um clipe musical e um curta metragem. Atualmente trabalha com filmes publicitários e projetos autorais independentes.

card%20jonatas_edited.jpg
card-kaya_edited.jpg

Kaya Rodrigues

Kaya Rodrigues é multiartista formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e pós-graduada em Pedagogia da Arte pela mesma Universidade. Tem sua atuação no campo do cinema, da performance, da música, do teatro e do carnaval. Desenvolve há 9 anos uma pesquisa voltada à  cultura popular sendo uma das integrantes originais do "Bloco da Laje" e uma das fundadoras do Bloco de Carnaval "Não Mexe Comigo que Eu Não Ando Só", o segundo composto somente por mulheres. Protagoniza as séries “Necropolis” e “Alce & Alice”, que podem ser encontradas no catálogo da Netflix. No audiovisual trabalha também com roteiro e produção de elenco, realizando sua última produção na série "O Complexo" em 2019, a estrear no Cinebrasil TV. Ainda em 2019 foi selecionada para residência de mulheres compositoras do Projeto Concha, apoiado pelo Natural Musical, podendo aprofundar sua pesquisa nessa área. Em seu trabalho musical, revisita sua ancestralidade africana diaspórica em ritmos de Ijexá e Samba. Atualmente desenvolve, como roteirista, a Série "A lenda de Oriki", projeto de ficção de criação sua, contemplado pelo edital do MinC Audiovisual Gera Futuro.

Marina Kerber 


Marina Kerber é uma multiartista brasileira. Mestra em Meios e Processos Audiovisuais pela USP. Bacharela em Realização Audiovisual pela Unisinos. Durante o mestrado, recebeu a bolsa de estudos ELAP do governo do Canadá para estudar na Concordia University, em Montreal. Fez pesquisa sobre animação na National Film Board of Canada. Através de seu estudo acadêmico, participou de congressos e eventos na Ásia e nas Américas. Seu trabalho como artista é explorado através do audiovisual, do teatro e das artes visuais. No audiovisual predomina seu trabalho com animação, principalmente na relação entre desenho e fotografia. Já participou de festivais nacionais e internacionais com filmes como “Balão Selvagem”, “Eu prefiro sem sementes” e “O Céu da Pandemia” (Festival de Cinema de Gramado, Fantaspoa at home, Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul, Diálogo de Cinema Monstra Festival, MUMIA, entre outros) e recebeu prêmios na área, como Menção Honrosa pela linguagem inventiva no 1ª Mostra Luz de Cinema Latino-americano e três premiações no Festival do Minuto. Fez parte da equipe de animação da série infantil de 13 episódios “Jogos de Inventar”, da Bactéria Filmes. No teatro, trabalha desde 2008 no Grupo Cerco como atriz, dramaturga e designer gráfica, com destaque para o espetáculo “Arena Selvagem”, pelo qual foi indicada duas vezes na categoria Melhor Design Gráfico (Prêmio Cenym e Prêmio Olhares da Cena). Marina também é artista visual e participou de exposições coletivas com trabalhos em desenho, pintura, vídeo e fotografia (FestFoto Poa, 1ª Bienal Black Brazil Art…). Atualmente trabalha com a Equipe Black de produção de objetos e ministra oficinas de animação para iniciantes.

card%20marina_edited.jpg
card mario.png

Mário Costa


Mário Costa, preto e indígena de ancestralidade, atua no audiovisual amazônida e brasileiro há mais de 25 anos. É um montador raiz, apaixonado pela arte da montagem, mas já experimentou outras funções como roteirista, produtor executivo e diretor. Fez Produção Executiva em Cinema na AIC-SP e possui especialização em DaVinci Resolve e FInal Cut X pela NFT-SP, mas domina o Adobe Premiere também. Já colaborou em várias produtoras em Belém, Macapá, São Paulo e agora está em Bagé-RS colaborando com a Bezier Filmes. Possui uma produtora de conteúdo na Amazônia, Macieira Filmes, que já produziu curtas, longas, clipes e documentários (vimeo.com/macieirafilmes). Sempre em busca do frame perfeito, acredita e luta pela inserção cada vez mais forte da oralidade preta e indígena nos conteúdos audiovisuais. É membro do CRIA, Coletivo de Realizadores Independentes do Audiovisual da Amazônia e participou da campanha em prol da Lei Milton Mendonça, a lei do audiovisual paraense.

 

// Mediação

Estêvão da Fontoura

É artista multimídia, mestre em Informática na Educação pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul – IFRS Campus Porto Alegre (2019), especialista em Pedagogia da Arte pela Faculdade de Educação da UFRGS (2009), Licenciado em Artes Visuais e Bacharel em Artes Plásticas (Habilitação em Desenho), ambos pelo Instituto de Artes da UFRGS (2018 e 2003, respectivamente). É professor de arte no IFRS - Campus Osório. É coordenador do programa Galeria de Arte Claudia Paim, IFRS Campus Osório (2020-2021). Foi curador das mostras brasileiras na trienal Eksperimenta! em 2017 e 2014, em Tallinn, Estônia. Em 2013 realizou performances e intervenções na Escola Caseira de Invenções da 9ª Bienal do Mercosul e também na mostra artística Cabaré do Verbo. Participou do Projeto Casa Grande, vencedor do Prêmio Funarte de Arte Negra 2012, realizado ao longo de 2014 e 2015, do qual também foi co-autor.

Portfólio online: www.estevaodafontoura.com

card%20estevao_edited.jpg
card%20lucas_edited.jpg

Lucas Honorato

​Graduando em Cinema de Animação pela UFPel. Fã da metalepsis e colagens. Curador, realizador, pesquisador e militante do Cinema Negro e das decoloniaidades. Um dos fundadores e curadores da Mostra de Cinema Negro de Pelotas (2017-2020); Um dos curadores vencedores da MAC-Cine esquema novo pela UFPel (2019) e de outros processos curatoriais. Possui passagem em festivais como o FestcurtasBH, Animamundi, Zózimo Bulbul, Gramado e outros, com os filmes: Céu da boca, 2019; Homem atrás da Janela, 2020; Bicha Camelô, 2017 e outros.

​Links:  https://www.instagram.com/lucashonorato/ - https://www.linkedin.com/in/honoratolucas

Manu Zilveti

​É formada em Produção de Áudio e Vídeo na ETEC Jornalista Roberto Marinho e atualmente cursa Cinema e Audiovisual na Universidade Federal de Pelotas, cidade em que faz a curadoria e organiza a Mostra de Cinema Negro de Pelotas. É também diretora e roterista de "Outro Tempo" e "Abraços, Aline" curta-metragens que passaram por dezenas de festivais e mostras pelo país. Mais recentemente escreveu críticas para os festivais Festcurtas BH e Diálogo de Cinema. 

​Redes: https://www.behance.net/manuzilveti e https://www.instagram.com/manu.zilveti/

caRD%20NANIfotos_edited.jpg
 

// Curadoria

Macumba Lab é um coletivo de profissionais negros e negras do audiovisual no Rio Grande do Sul, uma rede de apoio. O grupo é uma ferramenta para a visibilidade e acesso ao mercado e se propõe a criar laboratórios de formação para pessoas negras, democratizando o acesso às técnicas e ciências audiovisuais.


Macumba é um instrumento musical utilizado em festas e rituais de religiões de matriz africana. É também uma palavra usurpada e ressignificada para ofender essas mesmas religiões.

Pois agora, estamos nos apropriando de volta do termo com orgulho. Pra nós "macumba" é pertencimento e ancestralidade.

MACUMBA é resistência.

macumbalab.png